read the bio


Ao se mudar para o Brasil em 2004, aos vinte anos de idade, a cantora e compositora novaiorquina Alma Thomas não imaginava que 8 anos depois estaria com 3 discos gravados, composições suas incluídas em filmes ("Se Eu Fosse Você" e "De Pernas Pro Ar") e novela ("Passione"), e participações em grandes festivais de Jazz por todo o território como o Savassi (Belo Horizonte, MG), Baiacool (Belém, PA), American Airlines (Rio de Janeiro, RJ) e Petrópolis Jazz & Blues (Petrópolis, RJ).


Nada mal para uma americana atipicamente miscigenada, cujo nome de batismo latino foi profeticamente escolhido por seus pais, ele afro-americano e ela de origem irlandesa e alemã, que nenhuma ligação tinham com o Brasil até sua filha se mudar pra cá. Inevitavelmente nossa música foi se amalgamando à sua tanto em parcerias, com Bernardo Vilhena na canção "Sensibilidade" incluída no segundo álbum "Live Sessions One", quanto na cadência que compõe o repertório do seu show que inclui Carmem Miranda, Sivuca e Jackson do Pandeiro.


Mas toda essa influência do país do samba só se compreende em Alma à luz de sua formação. Antes de sair dos Estados Unidos Alma foi bolsista integral no programa de ópera da University of Massachusetts, e depois aluna da Berklee College of Music onde estudou jazz, improvisação vocal, harmonia e arranjo. Tudo isso culminando numa voz de grande extensão, tecnicamente virtuosa, mas que tem a espontaneidade como grande trunfo.


Com seus dois primeiros discos lançado no Brasil e Japão com grande repercussão, Alma está prestes a catapultar o seu terceiro álbum "And The People of The Pop Republic" no mercado, com previsão de lançamento para abril de 2012. Além da influência brasileira, seu show conta com releituras de canções americanas de várias eras como "In a Sentimental Mood" (Duke Ellington) "Under The Bridge" (Red Hot Chilli Peppers) e "Only Girl" (Rhianna) que são reinventadas por Alma num show com ambientação jazzística, mas com molejo brasileiro.

get connected